Fundada em 1949. a Federação Nacional de Enfermeiros Práticos Licenciados (NFLPN) é o porta-voz oficial dos enfermeiros práticos licenciados (LPN’s) e enfermeiros vocacionais licenciados (LVN’s) nos EUA. Ela lidera quase um milhão de membros e é a única organização governada inteiramente por LPN’s e LVN’s. O NFLPN estimula altos padrões de cuidados de enfermagem e promove contínua competitividade através de treinamento / certificação e aprendizagem permanente, com ênfase em proteção pública. A NFLPN estabeleceu o primeiro programa de treinamento contínuo no campo de enfermagem dos EUA em 1968; ela continua a avaliar programas e premia com créditos de treinamento contínuo (CEU’s) quando programas satisfazem seus altos padrões.

Cada ano, a convenção da NFLPN oferece uma oportunidade para enfermeiras ganharem CEU’s. Michael Robinson, um LPN desde 1984 que se assentou na comissão de diretores da NFLPN, é parte do Comando de Treinamento de Prontidão Médica do Comando Médico da Reserva do Exercito e tem servido na área militar por 30 anos. Nos últimos 2 anos, organizou um novo programa de treinamento mantido em conjunto com a convenção daNFLPN. Soldados médicos da reserva do exercito acompanham a convenção para receber parte de seu treinamento obrigatório bianual no apoio médico em combate. No último ano, simuladores do Suporte Avançado à Vida (ALS) foram amplamente utilizados pela primeira vez durante programas de treinamento em enfermagem militar e civil.

A simulação oferece treinamento prático sob pressão

SGM Robinson incorporou a simulação com simuladores ALS devido perceber a necessidade de testes práticos para médicos de combate em classes de CÉU e desejou “um modo de estimular a convenção de 2009. Geralmente, existe uma atmosfera de conferencia – ouvir pessoas, fazer testes – mas quis algo mais próximo ao real possível ao qual se pode chegar, pois o combate é real. Os manequins foram uma grande solução.”

Simuladores ALS chegaram às sessões de treinamento em Nashua, New Hampshire moldados e programados para vários papéis de paciente conforme os cenários exigidos pelo exercito como fraturas compostas, ferimentos absorvidos no tórax, septo desviado e enfermidades específicas. “Se as equipes não fizerem os procedimentos médicos corretamente, o manequim chega a piorar ou mesmo morrer,” disse SGM Robinson. “Enquanto o médico estiver atuando no corpo, ele se mexe: o manequim respira, as freqüências cardíacas mudam e assim por diante. As sessões se desenvolvem bem reais e cada um sente como se realmente executasse algo.”

Enfermeiros civis e médicos combatentes utilizando simuladores ALS receberam treinamento em várias áreas cruciais, incluindo:

  • Aplicação de torniquete
  • Controle de hemorragia
  • Ataduras de emergência
  • Tratamento de amputação
  • Aplicação de imobilizadores
  • Cricotirotomia
  • Descompressão do tórax com agulha
  • Acesso venoso

Intervenção médica em competições de cenário de batalha

Sessões práticas culminadas em um outro componente de treinamento bem recebido para soldados: uma competição de simulação médica baseada em equipe. Cinco equipes de cinco homens entram em uma área de “combate” juntos e então encontram, separam, tratam e evacuam todos os “pacientes” para um helicóptero esperando.

“Esta foi a primeira vez que tivemos manequins na convenção e a competição de combatentes em simulação médica foi realmente um grande sucesso,” disse SGM Robinson. “Equipes vencedoras ganham troféus para o primeiro, segundo e terceiro prêmio, as quais entregam às suas unidades para exibir.”

Trabalho em grupo e eficiência operacional aumentam os elogios

As sessões de treinamento utilizando simuladores ALS dão aos enfermeiros civis e médicos combatentes a oportunidade de trabalhar em grupo e aprender um do outro enquanto participam no desempenho de avaliações, engajamento em situações críticas e execução de procedimentos médicos. “Todos os que participaram dizem que foi muito excitante. Eles retornarão para mais uma convenção nossa em 2010 em Birmingham, Alabama,” declarou Robinson.

Houve uma vantagem no tempo poupado também para o pessoal militar. Soldados médicos retornaram às suas unidades com metade do tempo do seu treinamento obrigatório bianual de apoio finalizado e, assim, estão disponíveis para outras missões requeridas. Comandantes médicos ao redor do país não podem estar mais satisfeitos com esta melhoria na economia de custos quanto a operações regionais eficientes.