O treinamento em simulação realmente não requer um ambiente sofisticado de simulação. O uso da sala de ressuscitação adjacente à sala de laboratório para simulações no próprio local torna o treinamento de emergências para recém-nascidos, tanto prático como com tempo bem aproveitado.

 

Uma vez por semana, a sala de ressuscitação do departamento de laboratório se torna em um setor de simulação – o mesmo local onde a equipe normalmente se agiliza para administrar situações de emergência na vida real. Cada um treina 4 vezes ao ano.

 

Cenários Relevantes e Objetivos de Aprendizagem Correspondentes

1. Asfixia de recém-nascidos com período normal de gestação

  • Medidas iniciais de ressuscitação
  • Designação de papéis
  • Realização de ventilação por máscara

 

2. Aspiração das fezes do recém-nascido

  • Extração do líquido amniótico inalado da traqueia
  • Provimento da substituição do líquido para hipovolemia (diminuição do volume de sangue)

 

3. Cuidados preliminares do recém-nascido extremamente prematuro

  • Supervisão dos casos de ressuscitação
  • Supervisão do calor armazenado por bebês

 

4. Ressuscitação de um recém-nascido debilitado

  • Passos de atuação de A-Z

 

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Equipe Novata x Proficiente: "Cada um dos 4 exercícios serve para uma finalidade sucinta e prática," declara Kalle Kornhonen, que é encarregado pelo treinamento de ressuscitação obstétrica no Hospital Universitário de Turku. "Para médicos iniciantes, a primeira prioridade é a prática de habilidades básicas, mas a complexidade dos exercícios é ampliada conforme se ganha experiência. No topo destas, as enfermeiras pediátricas e parteiras têm 2 exercícios específicos."

Membros da Equipe: A equipe geralmente consiste em 2 médicos especialistas, 1 enfermeira pediátrica e 1-2 parteiras. O simulador de paciente é colocado na mesa de simulação onde a ação ocorre também em situações da vida real.

Requisitos de Treinamento: Antes dos médicos especialistas estarem autorizados a assumir as tarefas de prontidão, eles são requisitados a executar pelo menos 2 simulações, após as quais são testadas suas destrezas baseadas nos fundamentos. Depois disto, cada um pratica 4 vezes ao ano, o que significa que a sala de ressuscitação é reservada para prática de simulação por uma hora a cada 2ª feira.

Durante as Horas de Trabalho: O treinamento deve ter o tempo bem aproveitado à medida que o atendimento ocorre, além das responsabilidades regulares de cada um.

 

Seminários de Habilidades para Atualizar a Proficiência em Habilidades Clínicas

Além do treinamento sistemático em simulação, a equipe também mantém sua competência por meio de seminários de habilidades práticas.

Como: "Após uma breve sessão teórica, praticamos habilidades técnicas como a inserção de um cateter na veia umbilical e dreno pleural. A práticas de seminários de habilidades sempre se relaciona a algum tipo de unidade maior." Korhonen encoraja a equipe a uma prática adicional com eles próprios. Isto é fácil, já que o simulador de paciente é colocado em uma bancada específica próxima à mesa de ressuscitação, onde pode ser utilizado a qualquer momento. As habilidades técnicas são fáceis de praticar de modo independente.

 

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Os Melhores Fatores: Fundamentos e Cooperação

De acordo com a equipe, a melhor coisa sobre o treinamento em simulação é a oportunidade de praticar a cooperação e a divisão de obrigações de modo tranqüilo. Afinal de contas, as situações nem sempre são tão claras.

"Baseado no retorno que recebemos, a prática dos fundamentos em conjunto como uma equipe tem sido muito importante. De vez em quando, alguém obtém ajuda sobre um tema que tem sido preocupante a todos ou resolveu um assunto incerto. Algumas vezes seguimos por uma situação de tratamento desencorajador em que no passado tivemos como uma simulação, a qual lança luz no interior do caso e fornece lições valiosas para o futuro."

Treinamento das Noções Básicas onde Você Trabalha: "O simulador de paciente recém-nascido direciona de modo preciso aqueles casos que são os mais importantes a partir de um ponto de vista prático: somos capazes de ouvir os batimentos cardíacos, ver os movimentos respiratórios, praticar os procedimentos mais importantes e, acima de tudo, trazer o simulador de paciente aonde trabalhamos de fato."

Algumas Ferramentas: As ferramentas e o equipamento utilizados para treinamento são os mesmos que a equipe normalmente utiliza, sendo que são manuseados no mesmo local. "Deste modo, pessoas também aprendem onde tudo está localizado, o que mostra como aprimorar a resposta rápida em situações da vida real," diz Korhonen. "Quando damos assistência a um recém-nascido, a equipe estará apta a uma melhor leitura da situação e selecionar os instrumentos adequados em tempo hábil."

O Debriefing Aumenta os Resultados de Aprendizagem

Confidencial: As situações encontradas no treinamento em simulação permanecem dentro da sala de aula e não são prolongadas após o debriefing. Korhonen cita que os facilitadores devem conduzir com habilidade os participantes em direção a uma compreensão por auto-iniciativa dos objetivos do treinamento. Ele acrescenta que a qualidade do debriefing melhorou após os próprios facilitadores acompanharem a mais instruções.

Todos Aprendem: "Os participantes estão ansiosos em discutir seus próprios desempenhos e como podem fazer um melhor trabalho. Eu mesmo também tenho aprendido bastante quando colegas de diferentes disciplinas comentam sobre uma situação oriunda de seus próprios pontos de vista. Considerações importantes com freqüência surgem quando antes ainda não havia pensado." Korhonen recorda que em um debriefing ele aprendeu algumas novas e excelentes perspectivas e ideias sobre a melhor supervisão do calor armazenado por bebês extremamente prematuros. As observações feitas no debriefing permitiram Korhonen aperfeiçoar suas próprias destrezas em enfermagem e cuidados médicos.